Voltar Notícias

Sedentarismo • 22/12/2015

De olho na saúde

De olho na saúde

Antes de se inserir na vida esportiva é fundamental procurar um cardiologista para realizar exames e certificar o estado de saúde. “Isso é fundamental para que o profissional de Educação Física prescreva e acompanhe o programa de exercícios”, afirma o educador físico Marcos Aurélio.

Uma alimentação equilibrada também é essencial para a manutenção de um estilo de vida saudável, além de manter o peso ideal e prevenir doenças. Ao iniciar a rotina de exercícios físicos é importante adaptar as refeições aos objetivos e necessidades pessoais. “A alimentação influencia diretamente no desempenho das atividades e, por isso, a obtenção do resultado positivo depende também de um acompanhamento nutricional”, explica a profissional da área, Stella Bezerra. O ideal é consumir todos os grupamentos alimentares – energético, construtor e regulador – e aproximadamente dois litros de água diariamente. 

A nutricionista, que começou a se exercitar há 10 meses, pratica diversas modalidades, sendo as mais frequentes musculação, corrida e pedalada. “Sempre pratiquei atividade física. Fiz uma pausa de um ano e fui motivada a retornar por conhecer os benefícios e, principalmente, para melhorar minha função cardiovascular, na busca do melhor desempenho das funções diárias”, revelou. 

A Organização Mundial de Saúde recomenda que adultos devem realizar 150 minutos de exercícios físicos em intensidade moderada por semana, ou 75 minutos com grau de esforço elevado. Essa recomendação está relacionada aos riscos do sedentarismo para a saúde, entre eles a obesidade. Para o Coordenador de Cardiologia do Hospital Memorial São José e professor da Faculdade Pernambucana de Saúde, Audes Feitosa, algumas doenças podem surgir associadas a esse caso clínico. Entre elas estão diabetes, doença cardiovascular, infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, hipertensão, doenças respiratórias, como apneia do sono, e de trato digestório e psiquiátrico. “Existem também outras causas que podem levar à obesidade, entre elas, disfunções na tireoide, síndrome de cushing, depressão ou problemas neurológicos. O ambiente social em que as pessoas estão inseridas também é um dos fatores”, diagnostica.

Fonte: Revista Informe Fecomércio PE
Voltar às notícias